Arthur
Fernandes Alves, garoto adolescente transexual de 13 anos e sua família relatam
como é conviver com a transexualidade na sociedade atual. "Mãe, tirei zero
na prova de história porque escrevi meu nome social e não o de registro. A
professora disse que eu tinha rasurado". Apesar de incomodar, um problema
como esse não abate Arthur. Com seus cabelos azuis e camisa preta de banda, ele
é um adolescente como muitos outros, cheio de paixões e aspirações.
"Sempre gostei de andar com os meninos, o melhor presente que ganhei na
minha vida foi uma pista de carrinhos". Por sorte, Arthur vive em uma
família isenta de preconceitos, sua mãe, bióloga e seu pai psicólogo convivem e
aceitam muito bem a condição do filho. "Nós víamos que ele não gostava de
boneca, de coisas cor-de-rosa. Aí eu dizia para quem quisesse dar presente que
desse roupa para ele".

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