domingo, 18 de janeiro de 2015

Por que somos assim?

 Por que pessoas do mesmo sexo me atraem? Por que gosto de homens, como eu? Então, da mesma maneira que eu gosto de x-bacon! kkkkk Este exemplo pode ser meio tosco para explicar tal coisa, mas... explica. Resumindo, o simples fato de eu gostar de x-bacon, ou fulano preferir x-salada pode se repetir na orientação sexual. Eu nasci gostando de pessoas do mesmo sexo que o meu.
 Pode uma pessoa "virar gay"? Por exemplo, vamos imaginar um indivíduo que nunca comeu x-bacon. Se em um momento ele provar o tal alimento e descobrir que ele gosta, ele vai tomar conhecimento disso. É assim que acontece no universo das descobertas homossexuais. Nós não "viramos" homossexuais, nós apenas descobrimos tal condição em um momento da nossa vida.
 Todos nós nascemos héteros, gays, lésbicas, etc... ou até mesmo há pessoas que acham que nasceram com o sexo errado e corrigem isso. Basta as pessoas entenderem que todos nós temos gostos e interesses pra tudo, inclusive para nossa sexualidade. A diversidade está presente na sociedade, e todos temos direito de escolha e liberdade para nos entendermos como quisermos. Quero deixar bem claro que nós NASCEMOS homossexuais, não escolhemos tal coisa, da mesma maneira que não escolhi preferir x-bacon à x-salada! :p

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

O papa do amor

 Cada vez mais o papa Francisco vem nos surpreendendo, rompendo com antigos costumes e filosofias católicas medievais. Um desses atos que confirmam o avanço é uma nota da Arquidiocese de São Paulo em defesa dos homossexuais, um dia antes da parada LGBT.
 "Não podemos nos calar diante da realidade vivenciada por esta população, que é alvo do preconceito e vítima da violação sistemática de seus direitos fundamentais, tais como a saúde, a educação, o trabalho, a moradia, a cultura, entre outros", afirma, em nota, a entidade da Igreja Católica. A comissão diz também que LGBTs "enfrentam diariamente insuportável violência verbal e física, culminando em assassinatos, que são verdadeiros crimes de ódio". A entidade convida "pessoas de boa vontade e, em particular todos os cristãos, a refletirem sobre essa realidade profundamente injusta das pessoas LGBT e a se empenharem ativamente na sua superação, guiados pelo supremo princípio da dignidade humana".
 Simbolizando a posição da igreja católica, o papa sai às ruas levantando a bandeira LGBT, surpreendendo cada vez mais à todos.



domingo, 11 de janeiro de 2015

Família!

 Segundo o dicionário, família é a unidade básica da sociedade formada por indivíduos com ancestrais em comum ou ligados por laços afetivos. Sim, laços afetivos. Atualmente, família, não é mais sinônimo de papai, mamãe e filhinhos. Esta instituição nos dias de hoje pode ser composta por quaisquer indivíduos que se entendam por familiares. E o mais legal de tudo, é que qualquer tipo de família é "normal"!


 Casal Brad & Brad e filho Kyler

O casal gay era um dentre muitos na fila de adoções dos EUA em 2009. O tempo de espera para eles era ainda maior e mais burocrático por serem, simplesmente, homossexuais... Cansados de esperar, eles recorreram ao facebook, onde encontraram uma mulher, grávida de 4 meses que não tinha condições de criar o futuro filho; entregaria-o à adoção até então. O casal e a mãe acabaram então entrando em um acordo. Os Brad's criariam a criança. Até hoje, depois de cinco anos mantêm contato com a mãe.
É muito triste saber que em pleno século XXI é muito difícil conseguir formar a família desejada, tendo que lidar com questões burocráticas, que acabam reduzindo o grupo LGBT, como se fossem menos capazes de criar uma criança do que os heterossexuais. Mas o que importa é que hoje, Kyler é uma criança feliz e saudável. Esta é a prova de que um casal homossexual pode também dar muito amor e carinho aos seus filhos.
Família homo... Também é amor!



Todos somos normais!

 Arthur Fernandes Alves, garoto adolescente transexual de 13 anos e sua família relatam como é conviver com a transexualidade na sociedade atual. "Mãe, tirei zero na prova de história porque escrevi meu nome social e não o de registro. A professora disse que eu tinha rasurado". Apesar de incomodar, um problema como esse não abate Arthur. Com seus cabelos azuis e camisa preta de banda, ele é um adolescente como muitos outros, cheio de paixões e aspirações. "Sempre gostei de andar com os meninos, o melhor presente que ganhei na minha vida foi uma pista de carrinhos". Por sorte, Arthur vive em uma família isenta de preconceitos, sua mãe, bióloga e seu pai psicólogo convivem e aceitam muito bem a condição do filho. "Nós víamos que ele não gostava de boneca, de coisas cor-de-rosa. Aí eu dizia para quem quisesse dar presente que desse roupa para ele".


Gays Profanos

É tão humilhante o público LGBT ser relacionado à profanidade! A maioria dos héteros brasileiros, segundo pesquisas, vinculam a imagem gay à promiscuidade e caracterizam o afeto homossexual como algo carnal e não sentimental. Por isso recomendo aos leigos um link abaixo; apesar do curta ser um clichê do universo gay brasileiro, ele mostra com clareza o lado sentimental e inocente da homoafetividade.
 Eu não quero voltar sozinho

Sobre a família do homo...

 Como primeiro assunto a ser discutido no blog, nada melhor que discutir sobre um dos primeiros dilemas da vida do homo: sua relação com a família.
 Antes de tudo quero deixar claro que na minha opinião a sociedade deveria entender que a vida sexual e afetiva do próximo não lhes compete. Não deveria existir o ato de "se assumir", primeiro que quando alguém se assume é porque fez algo errado, segundo, quando o individuo estiver praticando relações sexuais os familiares deles não estarão no local e muito menos praticarão tal ato. Cada um deve ter privacidade em sua sexualidade. A orientação sexual do próximo não compete à ninguém!
 Quero falar também sobre a repressão. Que nojo! e também que dó de quem é reprendido por sua condição... Isso NUNCA deveria existir! como, em pleno século XXI as pessoas podem julgar outras por serem homossexuais! Mas gente, o que o homo faz de atrocidade para que tanto ódio se volte contra ele?? Mas... há quem diga que é certo o familiar "ensinar" os coitados a serem machos. Primeiro que macho é animal. Estamos tratando de seres humanos do sexo masculino (no caso), que continua sendo do sexo masculino (mas que coisa!!!) independente de sua condição sexual...
 Qual o resultado disso? Altos índices de suicídio de jovens LGBT e muitos dos que sobrevivem acabam crescendo com síndromes e problemas de autoestima e imagem. Por isso, se você que está lendo for mãe, pai, ou qualquer outro tipo de responsável de um homossexual, se coloque no lugar dele. Não deixe que valores ridículos e antiquados acabem com vidas. Aprenda a conviver com a condição do próximo. Vou tomar a liberdade de deixar um link: http://www.gph.org.br/ de um grupo para pais de LGBT's. É isso gentchy, fiquem à vontade para comentar, compartilhar opiniões, experiências, etc.!!